Emonutri: quando o emagrecimento não é sobre comida
Muita gente sabe exatamente o que deveria comer — e ainda assim não consegue sustentar. O Emonutri trabalha o que está antes do prato: emoção, gatilho e comportamento.

A comida costuma ser a resposta para outra pergunta.
Comer em resposta à ansiedade, ao cansaço ou à frustração é um comportamento aprendido — e funciona, no curtíssimo prazo. O problema é o que vem depois: culpa, restrição e um novo ciclo.
O Emonutri não promete resultado rápido. Ele propõe compreender esse mecanismo e desenvolver outras formas de lidar com o que dispara o comportamento.
Os eixos do trabalho
Gatilhos emocionais
Reconhecer o que antecede o comportamento alimentar: ansiedade, tédio, cansaço, frustração, recompensa.
Padrões de comportamento
Entender o ciclo de restrição, culpa e compensação que sustenta o problema.
Relação com o corpo
Trabalhar autoimagem, comparação e a exigência que costuma acompanhar o processo.
Sustentação no tempo
Construir recursos para que a mudança não dependa de esforço permanente e insustentável.
O programa é complementar e não substitui acompanhamento nutricional ou médico.
Quer entender se o Emonutri faz sentido para você?
Perguntas frequentes
O Emonutri é uma dieta?
Não. O programa trabalha a dimensão emocional e comportamental da alimentação. Ele não substitui o acompanhamento nutricional ou médico — atua de forma complementar.
Para quem o programa é indicado?
Para pessoas que já tentaram vários processos de emagrecimento e percebem que a dificuldade não está na informação sobre comida, mas no que dispara o comportamento alimentar.
É individual ou em grupo?
O formato é definido conforme o momento e a demanda. Os detalhes de estrutura e duração são apresentados na conversa inicial.
Continue explorando
Ansiedade
Quando a preocupação passa a organizar o dia e também a alimentação.
Mães Perfeitas em Mulheres Imperfeitas
Programa sobre exigência, culpa e maternidade.
Depressão
Quando o cansaço deixa de passar com descanso.
Currículo e trajetória
Formação e experiência de Eliana Sorrini.