Emonutri: quando o emagrecimento não é sobre comida

Muita gente sabe exatamente o que deveria comer — e ainda assim não consegue sustentar. O Emonutri trabalha o que está antes do prato: emoção, gatilho e comportamento.

Eliana Sorrini, criadora do programa Emonutri
A proposta

A comida costuma ser a resposta para outra pergunta.

Comer em resposta à ansiedade, ao cansaço ou à frustração é um comportamento aprendido — e funciona, no curtíssimo prazo. O problema é o que vem depois: culpa, restrição e um novo ciclo.

O Emonutri não promete resultado rápido. Ele propõe compreender esse mecanismo e desenvolver outras formas de lidar com o que dispara o comportamento.

Os eixos do trabalho

Gatilhos emocionais

Reconhecer o que antecede o comportamento alimentar: ansiedade, tédio, cansaço, frustração, recompensa.

Padrões de comportamento

Entender o ciclo de restrição, culpa e compensação que sustenta o problema.

Relação com o corpo

Trabalhar autoimagem, comparação e a exigência que costuma acompanhar o processo.

Sustentação no tempo

Construir recursos para que a mudança não dependa de esforço permanente e insustentável.

O programa é complementar e não substitui acompanhamento nutricional ou médico.

Quer entender se o Emonutri faz sentido para você?

Perguntas frequentes

O Emonutri é uma dieta?

Não. O programa trabalha a dimensão emocional e comportamental da alimentação. Ele não substitui o acompanhamento nutricional ou médico — atua de forma complementar.

Para quem o programa é indicado?

Para pessoas que já tentaram vários processos de emagrecimento e percebem que a dificuldade não está na informação sobre comida, mas no que dispara o comportamento alimentar.

É individual ou em grupo?

O formato é definido conforme o momento e a demanda. Os detalhes de estrutura e duração são apresentados na conversa inicial.